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  • D. C. Blackwell

3 clássicos do terror para relembrar

Dedico o texto de hoje àqueles que se inquietam entre seus lençóis em plena noite, famintos daquilo que faz vibrar seus corações sedentos de terror. Dito isto, apresento três clássicos imperdíveis que atravessam gerações sem perderem sua escuridão.

O Iluminado


Baseado no best-seller de Stephen King, este longa é referência atemporal ao gênero. Seus elementos marcantes são a maneira como a câmera se distorce em cenas cruciais, a atuação monstruosa de Jack Nicholson como vilão que une medos reais com sobrenaturais e a trilha sonora de arrepiar. Teve continuação oficial no ano passado, mas é grandioso por si só, sob a brilhante direção de Kubrick que, apesar de ter sido aclamado pelo filme, ganhou o rancor do autor da obra original, Stephen King, por ter alterado a maneira como ocorre o desfecho da trama. Se você gosta de filmes que abordam o sobrenatural de maneira delicada e complexa, este é o ideal para você.

Hellraiser


Este título pertence a uma extensa saga que também adapta a obra escrita de Clive Barker, um excêntrico apaixonado pela arte da dor. O primeiro filme, entretanto, é o único sob a direção do próprio autor, e por isso será somente deste que falarei. Hellraiser flerta com o sadomasoquismo em vários níveis através dos cenobitas, seres semi-divinos que podem ser invocados pelo famigerado Cubo Cenobita e cuja missão é levar Frank, um pervertido sexual que está tentando retornar ao mundo dos vivos à força, de volta ao Inferno. Cada cenobita é a figura de um tipo diferente de tortura, e suas meras imagens causam calafrios ao espectador.

O Exorcista


Poucas pessoas sabem, mas este longa, assim como O Exorcismo de Emily Rose, foi inspirado num caso de exorcismo real. O exorcismo de verdade, para quem desconhece do assunto, precisa ser autorizado por um membro de alto nível do clero católico. No caso que inspirou o filme, o ritual levou cerca de 400 sessões e quase um ano inteiro, culminando na morte da “protagonista” por inanição. Sobre o filme, não há muito mais o que falar, pois o segredo do sucesso é a origem da obra – que é mais assustadora que a obra em si.

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