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  • D. C. Blackwell

3 sugestões rápidas - sci-fi


          Eu sou D.C. Blackwell e hoje farei um post diferente. Vou apresentar pra vocês três obras que eu assisti e recomendo, falarei um pouco a respeito delas e sobre o motivo da minha recomendação.

1- The 100


        Esta série me conquistou logo de cara, com o trailer de lançamento lááááá em “mil novecentos e guaraná com rolha”. A premissa é bastante complexa: Nosso mundo entrou em guerra nuclear e uma minúscula fração da raça humana fugiu do planeta numa nave espacial, onde lá ficaram por duzentos anos até que a nave começasse a falhar e seu suporte à voda chegasse perto de seu fim. Controle populacional foi estabelecido através de uma lei que decreta que absolutamente QUALQUER crime – até mesmo roubar um remédio – é punível com a morte por ejeção da nave.

        Dito isso, nossos cem que dão à série seu título são prisioneiros que ainda não chegaram aos dezoito anos e, portanto, a tal lei não se aplica a eles. Ainda. Por isso, e pela crescente necessidade de voltar para a Terra, os cem são enviados de volta ao planeta para verificar se este já se encontra habitável novamente. 



        A trama da primeira temporada se divide em duas: A primeira consiste nos cem adolescentes inconsequentes vagando por uma Terra pós-apocalíptica cujos perigos vão além do que eu posso explicar aqui. Resumirei dizendo que eles não estão sozinhos na Terra. A segunda metade da série é na nave. Nela, são os adultos que enfrentam os grandes problemas, como a sobrevivência da raça humana e diversas intrigas políticas que se acendem com a jornada secreta dos cem.

        Atualmente, a série está para lançar sua declarada última temporada, e devo dizer a vocês que a trama explora muito mais do que eu imaginava na época da primeira. Repleta de personagens moralmente cinzas e situações de escolha entre o ruim ou o pior, essa série vai te dar várias rasteiras emocionais e te fazer questionar se a humanidade deveria ou não sobreviver – dentro e fora do universo da série.

2 – Orphan Black


        A trama começa com Sarah Manning, uma garota do subúrbio de Nova York  que fez péssimas escolhas financeiras e românticas ao longo de sua vida. Sem saber como fugir de seu relacionamento abusivo e dos agiotas, ela acaba dando de cara com uma pessoa idêntica a ela cometendo suicídio e abandonando uma série de itens pessoais para que qualquer um pegasse. A protagonista, curiosa, pega os pertences da mulher e assume seu lugar, apenas para descobrir que existem ainda mais “clones” dela por aí, vivendo suas vidas normalmente, até que alguém começa a elmininá-las, uma a uma. As clones então se juntam em prol da própria sobrevivência pra descobrir mais a respeito das suas origens e daquela bizarra e assustadora situação em que se encontram. 



        A série é de uma originalidade genial! E a atriz que interpreta absolutamente TODAS as personagens principais, Tatiana Maslany, atua de maneira esplêndida! Comparo tranquilamente com James McAvoy em Fragmentado. Ela foi inclusive nomeada em diversos prêmios de atuação e venceu o Primetime Emmy Awards em 2016 como melhor atriz protagonista, entre outros.

A trama é envolvente e te leva para cada vez mais fundo para dentro do sci-fi, mas sem perder o clima dramático urbano que suas cinco temporadas têm.

3 – Blade Runner 2049


        Este filme absurdamente desvalorizado na cultura pop é continuação de Blade Runner e se passa em um futuro cyberpunk – o que significa que a tecnologia avançou tanto que se tornou uma distopia. Mais especificamente, robôs com inteligência própria chamados replicantes são fabricados e usados como armas em agências de segurança e militares. A história se passa do ponto de vista de K, um replicante da polícia que está atrás de uma replicante fugitiva. Ele descobre que ela morreu, mas antes disso, deu à luz uma criança. Sim, isso mesmo. Dá pra entender o porquê da grande necessidade de ir atrás dessa criança, não é mesmo? E assim K o faz. 



         O filme aborda questões muito interessantes. Por exemplo, qual seria o limite do considerado humano? Um robô teve um bebê de maneira natural. Transcendeu sua programação. De certa forma, este é um tema bem antigo e já foi abordado várias vezes, como em “Eu, Robô” e “Inteligência Artificial”. Ainda assim, o faz de uma maneira tão especial e filosófica que me apaixonou.

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Um grande abraço,

D.C. Blackwell.