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  • Gisele Alvares Gonçalves

Legend of the Seeker - de S1E7 a S1E11

E aí, magos e confessoras, tudo bem por aí? Conseguiram maratonar mais um pouco de Legend of the Seeker? Hoje nós vamos falar de apenas cinco episódios, pois vamos ir alternando uma semana com mais e outra semana com menos resenha, para que possamos fechar, ao final, a primeira temporada em um mês. E aí, estão preparados? Lá vamos nós!



7 – Identity


Finalmente a série começou! Ou é essa a sensação, afinal apenas neste episódio conseguimos ter um vislumbre maior de uma trama que englobará toda a primeira temporada. Em Identity finalmente descobrimos o plano do Darken Rahl para dominar a tudo e todos (clichê, mas ainda assim legal), e pudemos conhecer a Shota, interpretada por ninguém menos que a Danielle Cormak, nossa amada Ephiny de Xena: A Princesa Guerreira. Como não amar esta personagem, não é mesmo?


Sinceramente, uma das coisas que mais me fez vibrar neste episódio nem foi a trama do Darken Rahl, mas sim o mini romance entre Gryff e a Kahlan. Gente, esse homem chegou e em um episódio já teve mais atitude que o Richard em seis! Não é à toa que a confessora estava caidinha por ele. Ai ai, não sei se vocês são Kahlard shippers aí, mas o que é verdade a gente tem que admitir!




8 – Denna

Agora sim… Eu disse agora sim! Gente, não tenho palavras pra dizer o quanto eu amo esse episódio, ele é simplesmente perfeito. Sou fã número um das mord siths, não só por elas serem as femme fatales que curtem uns cinquenta tons de cinza, mas também porque a mitologia que envolve elas é bastante original e admirável. Para além de tudo isso, esse episódio apresenta para nós não qualquer mord sith, mas A mord sith por excelência, que é a Denna, melhor personagem feminina da série, que foi interpretada pela incrível Jessica Marais. Sério, essa atriz foi perfeita para o papel.


E agora vem a revelação bomba: eu shippo demais a Denna com o Richard. Pois é. Estou quase ouvindo os gritos de “não pode!”de vocês aí do outro lado, mas a verdade é que eu nunca vou shippar um tapado como o Seeker (ele pode ser bom de briga, mas em relação a mulheres ele é tapado sim) com uma mocinha boazinha como a Kahlan. Simplesmente não vai rolar. Além disso, vocês viram a química entre ele e a sua dominadora? Caramba! Só faltaram pegar fogo. Enfim, ninguém me tira da cabeça que a Denna se apaixonou de verdade pelo Richard nesse episódio, e eu desejei ardentemente que esse amor fosse correspondido.



9 – Puppeteer


Episódio bastante leve, envolvendo crianças e o Zed… Como poderia não ser incrível? E ainda tivemos uma participação do Craig Parker (ah, esse homem!), que eu nem tenho palavras pra começar a dizer o quanto eu o admiro. Esse cara fez os melhores vilões de todos os tempos, a começar por Xena: A Princesa Guerreira e avançando por Spartacus, Reign e Charmed: Nova Geração. Sem contar, é claro, que ele foi o Haldir de Lórien em O Senhor dos Anéis. Pago pau mesmo, e não tenho problema nenhum em admitir.


Enfim, voltando para a resenha: eu adoro os episódios com crianças, porque são sempre muito fofos… Fala sério, dá até vontade de ver o Zed adotando a Rachel pra valer, de tão cute cute que é a relação deles! E apesar de nós ficarmos torcendo pela menina pobre o tempo inteiro, a Violet também é uma personagem incrível, e é muito divertido ver as mimadices dela na telinha. Palmas para a MaisyMcLeod-Riera, que trabalhou com perfeição no episódio! Só é uma pena que a carreira dela não tenha ido pra frente… Eu achei ela extremamente talentosa.


10 – Sacrifice

Depois de um episódio leve, estava na hora de irmos para as tramas mais obscuras de Midlands, aprofundando a mitologia das confessoras. Esse é um daqueles episódios em que a gente não sabe o que é o certo a se fazer, e tudo é moralmente cinza, dando profundidade aos personagens e ao mundo criado por Terry Goodkind. Claro, a questão dos confessores homens terem uma tendência a corromperem seus poderes não é uma ideia nova, isso não está em debate, mas a questão é que a forma como tal trama foi posta na série foi muito bem roteirizada, e isso pra mim conta bastante.


Apesar dos clichês do episódio, teve um plot twist que não pode ser facilmente deduzido: o fato de que Dennee, a irmã da Kahlan, havia sobrevivido ao primeiro episódio. Aliás, todo o resgate à confessora foi muito interessante, com a Kahlan se passando por mord sith! E a mulher fez bem o papel, hein… Quem diria que ela teria coragem de tratar o Richard daquela maneira! Particularmente eu gostei muito do fato dela ter conseguido agir como ela agiu, e não ter vacilado em frente aos d’harans (como muito a gente vê em Harry Potter. Cara, aquele trio nunca convencia ninguém, eu não sei como eles não eram descobertos imediatamente). Gostei do fato da Kahlan ser alguém que está disposta a tudo para vencer, mesmo que isso signifique deixar seu lado obscuro falar mais alto, deixando-me apenas mais curiosa para lembrar até que ponto a sua obscuridade vai.




11 – Confession

Esse é o episódio em que Legend of the Seeker encontra Sherlock Holmes, e temos um típico caso de um assassinato que precisa ser desvendado em mãos. Bem, não tão típico assim, afinal neste caso tem muita magia envolvida também. O episódio é legal e teve boas atuações, porém ser uma leitora assídua de Agatha Christie meio que tira o brilho do roteiro em questão, uma vez que o assassino se torna bastante óbvio. Aliás, o mistério é óbvio mesmo para quem não costuma ler romances policiais, visto a atuação sinistra de Stephen Lovatt (Declan), já nos dando a dica que aquele personagem não é tão leal e bom quanto parece.


Ainda assim, mesmo que você descubra o final da trama logo no começo, ainda é um episódio legal para se assistir, principalmente ao se acompanhar o raciocínio nada sherlockiano do Richard e da Kahlan, que passam o episódio inteiro queimando os fosfatos pra descobrir algo que estava (literalmente) debaixo dos focinhos deles.



E aí, gostaram da resenha? Estão curtindo a série? Deixem aí abaixo um comentário sobre o que acharam destes cinco episódios, e sobre o que esperam que vá acontecer nos próximos! Um beijo a todos, e até a próxima.