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  • Gisele Alvares Gonçalves

Zoey's Extraordinary Playlist - S1E8

Olá, extraordinários… Tudo bem com vocês? Gente, eu estou extasiada depois deste episódio de Zoey’s Extraordinary Playlist, afinal foi o melhor capítulo até agora, e o que trouxe mais emoção para nós, expectadores! Eu ri, chorei, fiquei tensa, não conseguia controlar os meus sentimentos. Afinal, como não ficar assim com um roteiro maravilhoso desses, escolhas de músicas sensacionais e um elenco de primeira categoria? Olha, o meu hype por essa história só está aumentando cada vez mais, e tenho certeza que um dia ele ainda vai alcançar o topo do universo, de tão viciada que estou nessa série.

Exageros à parte, vamos falar sobre o que interessa! Começando, é claro, com o fato de que o Mitch tem apenas semanas de vida agora. Gente, é sério isso? Que triste! Será que o Peter Gallagher vai realmente sair da série? Imagino que, se forem mesmo adiante com isso (ou seja, não fazerem o médico descobrir que foi um diagnóstico errado), tal morte vai acontecer no último episódio da temporada, encerrando este ciclo com muita emoção, drama e músicas pra se acabar chorando. Acho bem possível que isso aconteça, e sinceramente acho que vai ser uma escolha acertada dos roteiristas, uma vez que vai criar realmente um ápice emocional que a série precisa. Eu sei, vamos sentir falta do Mitch, mas tenho certeza que sempre teremos personagens maravilhosos nessa série para nos apaixonarmos, e sempre teremos mais dramas para nos emocionarmos e chorarmos as pitangas.


Agora, chegando à questão da Zoey… Caramba, que episódio tenso foi esse! Não era apenas a atuação da Jane Levy (perfeita, é claro), demonstrando o quanto a personagem estava angustiada, mas toda a construção do roteiro, as músicas, as situações, e até mesmo o fato de que 80% do capítulo se passou na SPRQ Point, dando até mesmo uma dimensão simbolicamente claustrofóbica para todas essas emoções represadas da Zoey. O interessante, no entanto, é que apesar de toda essa pressão que ela estava vivendo, aumentada pelo fato dela ter dançado sobre a mesa na sua apresentação sobre o chirp, ela preferiu ficar no trabalho e arriscar mais situações embaraçosas do que enfrentar o seu real problema.

Sim, esta é a Zoey, sempre fugindo das situações, como ela fez quando descobriu sobre os sentimentos do Max. Hoje, no entanto, os poderes dela obrigaram a protagonista a enfrentar seus problemas de frente, e admitir a si mesma (e ao mundo) as coisas que têm preenchido seus sentimentos… Incluindo o fato de ainda estar atraída pelo Simon. Gente, o que foi aquela dança deles? Que fogo, quase deu pra chamar os bombeiros! Foi uma coreografia muito bem montada e envolvente, e até mesmo ousada para o teor da série. Ainda assim, como falei na resenha anterior, não shippo mais esses dois, porque eles estão fazendo tudo errado em relação à Jessica (e às suas dignidades). Aquele beijo no final? Caliente, mas completamente errado, e tudo o que eu sinto agora é que esse personagem tinha que ficar sozinho, perder a Jessica e a Zoey, pra ver se aprende a ser uma pessoa decente.

Em contrapartida o Max é fofo e ajuda a Zoey, mesmo nas situações mais embaraçosas! E sim, ele está certo, entre a paixão e o amor devemos sempre escolher a segunda opção, porque o amor dura mais que o desejo, e traz mais sentido para a vida. Apesar de tudo isso, no entanto, não gostei cem por cento das atitudes do Max neste episódio… Como sempre. Ao meu ver, ele até poderia ficar triste ou frustrado por descobrir que a sua amada tem sentimentos pelo Simon, mas entrar naquela onda de fúria? Achei muito feio da parte dele. A Zoey não prometeu nada a ele, não quis se envolver em um relacionamento com ele, então o Max não tinha que ficar brabinho com ela por conta disso. E daí que ela está balançada por dois caras ao mesmo tempo? Eu já fiquei, até mesmo por três! O beijo entre ela e o Simon foi reprovável porque ele é comprometido, e ela tinha uma escolha de não corresponder e ainda passar um belo de um xingão nele. Isso são atitudes, e nós temos controle das nossas atitudes… Quanto aos sentimentos, no entanto, não podemos dizer a mesma coisa. Às vezes leva tempo para superarmos uma atração, por mais errada que ela seja, e eu não culpo a Zoey por ainda não ter esquecido completamente o Simon. Tenho certeza, no entanto, que ela está fazendo o melhor que pode neste departamento, e que logo ela vai poder olhar pra o homem sem desejar que ele a abrace ou beije (ou outras coisas).

Sim, pra mim o Max é um cara legal, porém está longe de ser perfeito. Ainda não superei a forma como ele lidou com a Autumn, e certamente vai demorar para superar essa brabeza toda que ele teve neste episódio. O que estou querendo dizer é que não podemos endeusar este personagem, visto que ele claramente tem muitos erros ainda no que concerne a seus relacionamentos com mulheres. Ele pode ser um pouco egoísta, percebe? O Max entrou em um namoro sem saber o que realmente sentia pela moça, e sem levar em conta que ela podia amá-lo, só para “testar e ver no que dava”, e depois de transar bastante com ela o homem a deixa, justo quando as coisas iam ficar sérias. Ao meu ver, por mais que ele não quisesse, ele acabou usando a Autumn para suprir a sua carência, e isso é muito, muito feio! Agora, com a Zoey, apesar dele ajudá-la sempre que precisa, ele fica furioso quando suas expectativas não são cumpridas, ainda que a protagonista nunca tenha prometido que algum dia iria corresponder o sentimento dele. Quem fica bravo por algo assim é porque acha que tem direito a alguma coisa, e nesse departamento ninguém tem direito a nada. A Zoey pode decidir nunca ficar com ele, e isso está bem, porque ela não deve nada a seu amigo. Acho muito bom ele começar a entender isso, senão vou ter que ir à SPRQ Point pessoalmente para dar uns belos tapas na cara dele!



Aliás, neste departamento a Zoey é o completo oposto do Max. Mesmo não estando morrendo de amores ele se joga em um relacionamento, só pra testar se pode funcionar. Ela, no entanto, espera até ter certeza de que está fazendo a coisa certa, de forma a não enganar o amigo e não ferir os seus sentimentos. Apesar de ser uma medrosa, a Zoey não está nada errada ao querer descobrir o que realmente está acontecendo em seu coração antes de se engajar com alguém que a ama, pois assim ela está preservando o sentimento dessa pessoa o mais que ela pode. Bom, ao menos este é o meu ponto de vista, e qual é o de vocês?

Enfim, vamos falar de outras coisas… Talvez da Zoey revelando que viu a Joan e o Leif se beijando? Confesso que, um dia depois de postar a resenha passada, eu vi na internet essa teoria de que o Leif não está apaixonado por sua chefe, mas que tudo isso é um plano para ele ter mais poder dentro da empresa. Agora a Zoey também veio com essa teoria, e eu começo a pensar se eles não estão certos. Afinal, tudo o que o Leif faz é ganhar, não é mesmo? Ainda assim, fico imaginando se, independente dos motivos errados que iniciaram esse romance, esses dois personagens viessem a se apaixonar de fato, o que poderia acontecer. Eu acho essa ideia incrível, e daria plot para mais de cinco temporadas!

Também estou adorando o fato de darem mais importância para o Tobin, e se querem saber a minha opinião, eu gosto bastante dele e estou amando ver o crescimento do personagem ao longo dos episódios. Ao que parece, ele é uma pessoa melhor do que o Leif no presente momento, uma vez que seus defeitos advém mais de imaturidade do que efetiva vontade de se sobrepor aos outros. Ele é quase uma criança, sabe? Mas uma criança que está entendendo que precisa mudar, e está se esforçando nesta direção. Não deveríamos, ao menos, ter esperança de que ele ainda vai ser um personagem incrível dentro da SPRQ Point? Pois eu acredito que ele tem tudo para ser um amigo da Zoey, e alguém com quem ela vai poder contar quando as pressões no trabalho apertarem. Espero estar certa sobre isso, pois senão a decepção vai ser bem grande.

Por fim, só queria fazer um elogio aos momentos musicais que, em minha opinião, só estão se tornando melhores a cada episódio. Crazy teve uma coreografia maravilhosa, I Saw Mommy Kissing Santa Klaus fez eu rir como nunca antes com essa série, bem como Pressure… E olha que eu sou uma pessoa completamente desprovida de humor! Mas o melhor, é claro, foi ver a Zoey cantando How Do I Live para o seu pai. Meu Deus, quantos feelings! Realmente, essa série sabe pegar no nosso calcanhar de Aquiles, e é por isso que a gente ama tanto ela.



E aí, curtiram a resenha? Comentem abaixo seus pensamentos sobre o episódio, e sobre a minha análise das cenas. Um beijo a todos, e até a próxima.

Gisele Alvares Gonçalves