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  • Gisele Alvares Gonçalves

Zoey’s Extraordinary Playlist – S2E1



Olá, meus queridos fãs de Zoey… Estamos de volta com mais uma temporada, e com mais resenhas! E aí, sentiram falta da série? Porque eu senti, e muita! E também, claro, senti falta de vocês. E aí, o que acharam do primeiro episódio da segunda temporada? Já deu pra voltar ao clima, não é mesmo? Tivemos músicas incríveis, coreografias de dança de tirar o fôlego, piadas inteligentes que nos fazem rir e, é claro, muita emoção. E aí, estão preparados para comentarmos ponto a ponto do episódio? Bora lá!


Vamos começar esta resenha, é claro, com a própria Zoey. Como já era de se esperar, pelo tanto que já conhecemos da personagem da primeira temporada, a nossa protagonista amada passou por maus bocados para conseguir entrar nos eixos e recomeçar a vida depois da morte do pai. Isso, ao menos para mim, não foi novidade alguma, afinal a Zoey já nos mostrou que é uma personagem que não sabe muito bem trabalhar os próprios sentimentos, e por isso acaba isolando-se, fugindo de quem pode lhe ajudar, e eventualmente se torna agressiva.


Em termos de vida, a Zoey é uma covarde: ela adia decisões e conversas difíceis, e em geral somente cai na real quando o Mo lhe dá um tapa de língua sobre as verdades da vida. Bom, neste episódio não seria diferente… Ou seria? Afinal, apesar do Mo ter lhe dado um choque de realidade, como sempre faz, não me pareceu que tenha sido este o momento que fez Zoey tomar uma atitude saudável e trabalhar seus sentimentos, mas a música que ela ouviu sua família cantar, a qual falava sobre continuar tocando a vida. Foi um momento emocionante, e a música foi muito bem escolhida para tocar nossos corações.


Teve um fato sobre a Zoey neste episódio, no entanto, que eu não gostei muito, e eu aposto que vocês sabem qual é… A escolha de namorado da Zoey. Cara, eu não me conformo! O Simon é tão gato e sexy, é tão crush para vida inteira, e ela jogou um homão daqueles fora. Só quero ver a cena em que a Zoey vai dar o fora oficial no Simon, pra chorar como nunca antes chorei na vida. Se bem que, né… É a Zoey, e ela tem a habilidade nata para enrolar as pessoas, então é bem possível que esta cena do rompimento nem aconteça, e o cara descubra por um acaso que a mulher da sua vida está namorando com o Max. Posso ser sincera? Eu estou vendo zero química entre a Zoey e o Max! Mas fazer o que, não é mesmo? Vida que segue, e resenha também!


Uma escolha, contudo, que eu gostei muito, e estou ansiosa para ver seus desdobramentos, foi a escolha da Zoey de se tornar diretora executiva do quarto andar. Gente… Uia! A nossa protagonista está poderosa, hein? Mas essa decisão foi mais do que acertada, pois desde o primeiro episódio estamos acompanhando o crescimento da personagem dentro da empresa, tornando-se mais segura e mais preparada para ser uma líder. Agora vai ser a hora de botar isto em prática, e mal vejo a hora de começar. Aliás, de certa forma já começou, com o xixi que a Zoey passou no Tobin. Além de merecido, foi muito bem executado!



Agora, mudando o assunto de saco pra mala… Caramba, o bebê da Emily e do David já chegou! Por essa confesso que não esperava, afinal imaginei que teríamos uma cena emocionante do parto, com direito a trilha sonora e tudo o mais. Confesso que não gostei dessa escolha do diretor, e que preferia que o bebê tivesse nascido ao final do episódio, pra encerrar com chave de ouro e muita emoção! Para mim, isso se chama desperdício de uma cena com altíssimo potencial. Já imaginaram? O tema deste episódio foi o recomeço, e não há forma mais bela de recomeçar do que com uma nova vida chegando, uma vida que une a todos da família e que lhes dá motivos para viver. Seria incrível pra caramba, e aposto que arrancaria uma lágrima ou duas dos expectadores. Na vida, no entanto, nem tudo é perfeito, e muito menos no mundo das séries, e sendo assim, conformo-me com o que é, sem nunca esquecer o que poderia ter sido.


E já que estamos falando no bebê… Eu achei muito trouxa a forma como a Maggie lidou com essa situação no episódio. Ok, todo mundo entende que ela está sofrendo, que está passando por um momento terrível, porém achei que ela foi meio egoísta ao negar-se a mostrar interesse pelo seu próprio neto. Ela se sentia culpada? E o David, como se sentia, vendo a mãe negar-se a pegar a criança no colo? A mulher não pensou nos sentimentos do filho nessa hora, não imaginou que ele estava passando por um momento igualmente aterrorizante? Ora, e foi ela mesma quem disse que eles deveriam manter-se unidos neste momento! Então que a união partisse dela mesma, em um esforço para todos cicatrizarem as feridas e continuarem a vida.

Calma, que nem tudo é crítica nesta resenha, tenho muitos elogios ainda a fazer sobre o episódio! A começar com a música Hello, Darling!, que me fez voltar à época de ouro dos musicais, em especial com um número tão grande de dança! Cara, sensacional… E a cena serviu, também, para apresentar meu novo personagem preferido, que é o fofo do George. Gente, tenho tanto o que falar sobre ele! Até porque foi dele a minha emoção todinha neste episódio, em especial no final, quando ele diz para a Zoey que pequenas gentilezas são gigantes para ele. De certa forma, eu me sinto muito como o George na vida, até porque eu também não tenho amigos, nem habilidades sociais para consegui-los. E é isto o que George é: um cara alegre, cheio de amor pra dar, que fala sem parar por sua carência, e algumas vezes é inconveniente. Ele é bobo, e tem tanta necessidade de atenção que é capaz de cair nas piores pegadinhas, só pela possibilidade de ser reconhecido de alguma forma! E isso é triste, minha gente… Muito triste. Por isso, quando o novo integrante da SPRQ Point tem aquela conversa super emocional com a Zoey no final, e mais, quando ele realmente é recebido como amigo pelo Leith e pelo Tobin como um amigo, eu enchi os olhos de água de alegria.



Minhas expectativas para o George são poucas, mas ambiciosas: eu quero que ele encontre um par romântico que o faça feliz, e que seja uma mulher muito, muito bonita! Já cansei de ver o gordinho sendo o amigo simpático, mas que não serve para ter um relacionamento amoroso com alguém. Imagina que louco seria se a Jessica voltasse, e se apaixonasse pelo George? Certamente ela é linda e charmosa, e os dois fariam um casal maravilhoso! Afinal, na minha opinião, ela também merece ser feliz.


Como nem tudo são flores, preciso fazer mais uma crítica ao episódio. Por que os roteiristas trataram a presença dos cães na empresa como algo desagradável? Afinal, não foi apenas a Zoey quem não gostou da ideia, mas o George também pareceu incomodado com a presença dos caninos, e como um ser quase canino eu mesma, não gostei dessa decisão de enfatizar tal mudança como algo negativo. Se eu trabalhasse com cachorros à minha volta, eu nem ia conseguir trabalhar, só ia ficar fazendo carinho nos catioros o tempo inteiro! Aliás, uma bela forma de ajudar os animais abandonados de rua é quando empresas os adotam, e os funcionários passam a cuidar deles coletivamente. Já vi várias notícias desse tipo na internet, e aplaudi de pé cada uma delas. Sendo assim, as séries e filmes deveriam incentivar este tipo de decisão na vida real, e não tratá-las como uma péssima ideia.


Bom, esse era apenas um dos babados da SPRQ Point que descobrimos neste episódio, não é mesmo? Afinal, através do Leith e do Tobin também ficamos sabendo que a empresa está falindo. Falindo! Gente do céu, como isso foi acontecer? Afinal, na primeira temporada a SPRQ Point pareceu-me muito bem das pernas, e com a Joan subindo na hierarquia eu imaginei que as coisas iriam ser ainda melhores… Afinal, ela é uma mulher talentosa para gerir negócios, além de ser centrada e dedicada ao trabalho. Não sei se descobriremos o que aconteceu nos próximos episódios, ou se vai ser uma daquelas coisas que vão ficar no ar. De minha parte, quero muito que expliquem o que causou a bancarrota da empresa, pois esta é uma daquelas decisões de roteiro que precisam ter uma lógica por trás para que a história funcione e se torne crível. Até porque, se foi algum erro da Joan que ocasionou esta situação, daria muito pano pra manga em termos de dramaticidade.


E aí, gostou do primeiro episódio da segunda temporada? Gostou da resenha? Diga aí embaixo se você concorda com as minhas colocações, se também preferia a Zoey com o Simon ou se gosta dela com o Max, pois eu estou curiosa demais pra saber o que vocês estão pensando da série! De minha parte, no entanto, deixo um beijo e um queijo para vocês, e uma vontade imensa de que possamos nos encontrar nas próximas resenhas. Até a próxima!